Pode ser própria ou terceirizada. Havendo unidade própria de processamento de roupas, aplica-se a RDC Anvisa nº 6/2012; sendo terceirizada, valem as regras de terceirização, com licença vigente da contratada e CEVS no contrato.
O fluxo de roupa suja e limpa não pode se cruzar.
Fontes oficiais desta resposta
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RDC Anvisa nº 6, de 30 de janeiro de 2012 — Anvisa.
Boas práticas de funcionamento para as unidades de processamento de roupas de serviços de saúde.
Consultar no site oficial -
Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 — Centro de Vigilância Sanitária – Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
Disciplina, no âmbito do Sistema Estadual de Vigilância Sanitária (Sevisa), o licenciamento sanitário dos estabelecimentos de interesse da saúde e das fontes de radiação ionizante. Texto atualizado integralmente em 17/09/2024. Anexo I: atividades e classificação de risco; Anexo IV: relação de documentos.
Consultar no site oficial
Esta resposta explica a regra geral. Exigência sanitária depende do CNAE, do município e do que a clínica realmente faz — por isso a mesma pergunta pode ter respostas diferentes em duas cidades. Conte a sua situação e dizemos o que se aplica a você.