Com registro de cada sessão — parâmetros da diálise, intercorrências, medicamentos administrados e dados do dialisador quando houver reuso —, além da evolução clínica.
Guarda e eventual digitalização seguem a Lei 13.787/2018 e as normas do CFM.
Fontes oficiais desta resposta
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RDC Anvisa nº 11, de 13 de março de 2014 — Anvisa.
Requisitos de boas práticas de funcionamento para os serviços de diálise.
Consultar no site oficial -
Lei federal nº 13.787, de 27 de dezembro de 2018 — Congresso Nacional.
Dispõe sobre a digitalização e a utilização de sistemas informatizados para a guarda, o armazenamento e o manuseio de prontuário de paciente.
Consultar no site oficial -
Resolução CFM nº 1.821, de 11 de novembro de 2007 — Conselho Federal de Medicina.
Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e ao uso dos sistemas informatizados para a guarda e o manuseio dos documentos dos prontuários dos pacientes, autorizando a eliminação do papel e a troca de informação identificada em saúde.
Consultar no site oficial
Vale para o seu caso?
Esta resposta explica a regra geral. Exigência sanitária depende do CNAE, do município e do que a clínica realmente faz — por isso a mesma pergunta pode ter respostas diferentes em duas cidades. Conte a sua situação e dizemos o que se aplica a você.