O critério é funcional: os acabamentos de piso, parede e teto dos ambientes assistenciais precisam permitir limpeza e desinfecção, o que significa superfícies lisas, laváveis, resistentes aos produtos usados na higienização e sem frestas que acumulem sujidade.
Por isso rodapé com cantos vivos, junta de dilatação aberta, forro poroso e revestimento têxtil costumam ser recusados em ambiente de procedimento. A base está na RDC 50/2002, que trata dos requisitos dos elementos construtivos.
Fontes oficiais desta resposta
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RDC Anvisa nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 — Anvisa.
Regulamento técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde.
Consultar no site oficial -
RDC Anvisa nº 63, de 25 de novembro de 2011 — Anvisa.
Dispõe sobre os requisitos de boas práticas de funcionamento para os serviços de saúde.
Consultar no site oficial
Esta resposta explica a regra geral. Exigência sanitária depende do CNAE, do município e do que a clínica realmente faz — por isso a mesma pergunta pode ter respostas diferentes em duas cidades. Conte a sua situação e dizemos o que se aplica a você.