É uma classificação clássica usada no planejamento de estabelecimentos de saúde, ligada ao risco de transmissão de infecção no ambiente. Áreas críticas são aquelas onde se realizam procedimentos invasivos ou onde estão pacientes mais suscetíveis; semicríticas, as ocupadas por pacientes sem procedimento invasivo; não críticas, as demais.
Essa lógica orienta o projeto físico e as rotinas de limpeza. Não confunda com a classificação dos produtos para saúde em críticos, semicríticos e não críticos, que é da RDC 15/2012 e diz respeito ao contato do produto com o paciente.
Fontes oficiais desta resposta
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RDC Anvisa nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 — Anvisa.
Regulamento técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde.
Consultar no site oficial -
RDC Anvisa nº 15, de 15 de março de 2012 — Anvisa.
Dispõe sobre requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde (limpeza, desinfecção e esterilização).
Consultar no site oficial
Esta resposta explica a regra geral. Exigência sanitária depende do CNAE, do município e do que a clínica realmente faz — por isso a mesma pergunta pode ter respostas diferentes em duas cidades. Conte a sua situação e dizemos o que se aplica a você.