Depende do município. No Estado de São Paulo, o Sistema Estadual de Vigilância Sanitária (Sevisa) é composto pelos serviços estaduais e municipais, e cabe ao Centro de Vigilância Sanitária coordená-lo.
Na maior parte dos casos quem licencia é a Vigilância Sanitária do município onde fica o estabelecimento. Alguns tipos de estabelecimento e as fontes de radiação ionizante têm tratamento próprio, e a solicitação pode ser feita diretamente ao serviço competente.
Fontes oficiais desta resposta
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Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 — Centro de Vigilância Sanitária – Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
Disciplina, no âmbito do Sistema Estadual de Vigilância Sanitária (Sevisa), o licenciamento sanitário dos estabelecimentos de interesse da saúde e das fontes de radiação ionizante. Texto atualizado integralmente em 17/09/2024. Anexo I: atividades e classificação de risco; Anexo IV: relação de documentos.
Consultar no site oficial -
Decreto estadual paulista nº 44.954, de 6 de junho de 2000 — Governo do Estado de São Paulo.
Dispõe sobre o campo de atuação do Sistema Estadual de Vigilância Sanitária (Sevisa) e sobre o Cadastro Estadual de Vigilância Sanitária (CEVS); fixa em 60 dias o prazo de manifestação nos casos de inspeção prévia.
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Esta resposta explica a regra geral. Exigência sanitária depende do CNAE, do município e do que a clínica realmente faz — por isso a mesma pergunta pode ter respostas diferentes em duas cidades. Conte a sua situação e dizemos o que se aplica a você.