Ir para o conteúdo

Custos, taxas e prazos

Quais taxas existem, quem cobra, o que costuma pesar no orçamento e quanto tempo cada etapa leva de verdade.

36 perguntas

Cinco aparecem na relação de documentos do Anexo IV da Portaria CVS 1/2024: taxa do Laudo Técnico de Avaliação, taxa de inspeção sanitária, taxa de termo de responsabilidade técnica, taxa de equipamentos de saúde e taxa de rubrica de livros.

Todas são apresentadas em via original, ou substituídas pelo comprovante de isenção quando houver.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

Os valores são definidos pela legislação estadual e municipal aplicável e mudam periodicamente, por isso não publicamos tabela — informação desatualizada nesse campo atrapalha mais do que ajuda.

Consulte a Vigilância Sanitária do seu município ou o portal de recolhimento estadual para os valores vigentes na data do seu processo.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

A obra de adequação, com folga. Taxas e honorários são previsíveis; obra depende do estado do imóvel e pode variar de quase nada a valores altos quando é preciso criar expurgo, refazer instalações ou resolver acessibilidade.

Por isso o estudo de viabilidade vem antes do orçamento: sem ver o imóvel, qualquer número é chute.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 · RDC Anvisa nº 50, de 21 de fevereiro de 2002

Abrir resposta completa

Existe. A própria relação de documentos prevê, em vários itens, a alternativa "ou comprovante de isenção de taxa", indicando hipóteses previstas na legislação estadual ou municipal.

Quem tem direito depende da legislação tributária aplicável — confirme com a Vigilância ou com o contador.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

O LTA tem dois custos distintos: a taxa pública, listada entre os documentos prévios do Anexo IV, e os honorários do profissional que elabora o projeto e os memoriais, que variam com a complexidade e o tamanho do estabelecimento.

Some-se o custo de levantamento do imóvel, que é a base de tudo.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 · Portaria CVS nº 10, de 5 de agosto de 2017

Abrir resposta completa

Os itens recorrentes típicos: renovação da licença sanitária (com taxas), renovação do alvará quando houver, renovação do documento do Corpo de Bombeiros, anuidade do conselho profissional, contrato de coleta de resíduos, manutenções e calibrações de equipamentos, PMOC da climatização, controle de pragas e limpeza de reservatório.

Distribuir esses custos no orçamento anual evita surpresa concentrada.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 · RDC Anvisa nº 222, de 28 de março de 2018 · Lei federal nº 13.589, de 4 de janeiro de 2018

Abrir resposta completa

Varia com o escopo: diagnóstico apenas, projeto, condução completa do processo ou acompanhamento continuado. O que influencia o preço é o nível de risco da atividade, a existência ou não de projeto, o estado do imóvel e o número de órgãos envolvidos.

Desconfie de orçamento fechado antes de alguém ver o imóvel e conferir o CNAE — esses dois dados definem o tamanho do trabalho.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

Em atividade de risco médio com estrutura simples, é plenamente viável. Em risco alto, envolve projeto, análise, inspeção prévia e coordenação entre Vigilância, prefeitura e Corpo de Bombeiros.

O cálculo honesto considera o custo do seu tempo e o custo do atraso: cada mês sem abrir tem um custo que costuma superar o da consultoria.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

A consulta de viabilidade costuma ser rápida. A abertura da empresa, idem. O projeto depende da complexidade e do levantamento. A análise do projeto depende do órgão. A obra depende do imóvel. A inspeção prévia, em risco alto, tem prazo de manifestação de até 60 dias pelo Decreto estadual paulista 44.954/2000.

O único prazo com referência normativa clara é esse último.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 · Decreto estadual paulista nº 44.954, de 6 de junho de 2000

Abrir resposta completa

Por três causas principais: documentação incompleta no protocolo, que gera ciclo de exigência; divergência entre o projeto e o imóvel executado, que exige correção; e demora na resposta às exigências por parte do próprio interessado.

As três são controláveis. A demora do órgão costuma ser a menor parte do atraso total.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

As multas sanitárias vão de R$ 2.000,00 a R$ 200.000,00 conforme a gravidade, com atualização monetária e aplicação em dobro na reincidência. E há penalidades não pecuniárias: interdição parcial ou total e cancelamento da licença.

Some-se o custo de ficar fechado, de perder credenciamento e de não conseguir defender-se em ação de paciente. A conta raramente fecha a favor do risco.

Fonte: Lei federal nº 6.437, de 20 de agosto de 1977

Abrir resposta completa

Escolhendo bem o imóvel. As adequações mais caras são as que mexem em instalação hidráulica, estrutura e acessibilidade — e todas são previsíveis numa visita técnica antes da locação.

A segunda economia vem de projetar antes de construir: obra feita duas vezes custa mais do que projeto bem-feito uma vez.

Fonte: RDC Anvisa nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 · Portaria CVS nº 10, de 5 de agosto de 2017

Abrir resposta completa

As taxas remuneram o exercício do poder de polícia — a análise e a fiscalização —, não o resultado. Em regra, não há devolução por indeferimento.

Por isso protocolar com a documentação completa e o imóvel adequado é também uma decisão econômica.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

A maioria tem. O Quadro 11 do Anexo IV lista, conforme o tipo de alteração, o comprovante de recolhimento da taxa de inspeção sanitária, da taxa de equipamentos ou da taxa de termo de responsabilidade técnica.

Algumas alterações puramente cadastrais, como a de responsabilidade legal, têm relação mais enxuta.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

O cadastro em si é ato perante o Ministério da Saúde e o gestor local, sem taxa federal. O custo real é o do trabalho de organizar os dados, enquadrar corretamente o estabelecimento e manter a atualização mínima mensal.

Não confunda com as taxas sanitárias estaduais e municipais, que são outra coisa.

Fonte: Portaria de Consolidação nº 1, de 28 de setembro de 2017

Abrir resposta completa

Há taxa de inscrição e anuidade, com valores definidos por cada conselho federal, que variam por categoria e, às vezes, por porte.

A anuidade é recorrente e o atraso impede a emissão da certidão de regularidade — documento exigido em credenciamentos e licitações.

Fonte: Lei federal nº 6.839, de 30 de outubro de 1980

Abrir resposta completa

Há dois custos: a elaboração do plano por profissional habilitado, que é pontual e revisada quando há mudanças; e a coleta e destinação, que é recorrente e depende do volume gerado e da frequência contratada.

A coleta de resíduos de saúde é despesa fixa da operação, não um custo de abertura.

Fonte: RDC Anvisa nº 222, de 28 de março de 2018

Abrir resposta completa

Além do equipamento: a blindagem da sala, o levantamento radiométrico, o plano de radioproteção, o programa de garantia de qualidade, o contrato de dosimetria e as taxas e formulários de equipamentos no licenciamento.

São itens recorrentes: dosimetria e testes de desempenho têm periodicidade.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 · RDC Anvisa nº 611, de 9 de março de 2022

Abrir resposta completa

Custa. Perder o prazo pode levar ao indeferimento ou ao arquivamento do processo, obrigando a recomeçar — com nova taxa e novo tempo de análise.

Registrar a data de recebimento e distribuir as tarefas no mesmo dia é a medida de menor custo e maior efeito.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

A renovação exige o comprovante de recolhimento da taxa de equipamentos e/ou da taxa de inspeção sanitária, conforme o Quadro 11 do Anexo IV, além dos formulários.

É um custo anual previsível — inclua-o no orçamento junto com a anuidade do conselho e as manutenções obrigatórias.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

A estrutura de taxas é definida pela legislação tributária estadual e municipal, que pode considerar porte, área ou tipo de atividade. Há também hipóteses de isenção previstas na legislação.

O que não muda por porte é a exigência técnica: atividade de risco alto exige o mesmo padrão independentemente do tamanho do negócio.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 · Lei Complementar federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006

Abrir resposta completa

Cinco aparecem com frequência: adequação de acessibilidade; criação de abrigo de resíduos em sala comercial; adequação de instalações hidráulicas para expurgo e lavatórios; documento do Corpo de Bombeiros do prédio quando está vencido; e o custo do tempo entre a obra pronta e a licença deferida.

Todos são previsíveis numa visita técnica antes da locação.

Fonte: RDC Anvisa nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 · RDC Anvisa nº 222, de 28 de março de 2018 · Lei federal nº 13.146, de 6 de julho de 2015 · Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

Quase nunca. Em atividade que exige avaliação prévia do projeto, construir antes da aprovação é apostar que o que você fez coincide com o que será aprovado.

Quando não coincide, o custo é duplo: refazer a obra e reapresentar o projeto — e o tempo perdido supera qualquer ganho da antecipação.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 · Portaria CVS nº 10, de 5 de agosto de 2017

Abrir resposta completa

Separe em quatro linhas: (1) taxas públicas, conforme a ficha do seu CNAE; (2) honorários técnicos de projeto e condução; (3) obra de adequação, estimada após visita técnica; (4) custos recorrentes que começam com a operação — coleta de resíduos, manutenções, anuidades.

Sem a visita técnica, a linha 3 é a que inviabiliza o orçamento inteiro.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

Depende do risco da atividade. Em risco alto, o estabelecimento não pode funcionar antes da inspeção prévia e do licenciamento — então o período entre obra pronta e licença deferida é tempo sem receita.

Prever esse intervalo no fluxo de caixa é essencial. É a pressão financeira nesse período que leva muita gente a abrir irregularmente.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

Costuma custar mais do que projetar do zero, porque as soluções ficam condicionadas ao que já existe: prumada em lugar errado, pé-direito baixo, ausência de espaço para expurgo.

Em compensação, a operação já gera receita durante o processo. O que decide é o diagnóstico inicial — ele dirá se a adequação é viável ou se mudar de endereço é mais barato.

Fonte: RDC Anvisa nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 · Portaria CVS nº 10, de 5 de agosto de 2017

Abrir resposta completa

É matéria contratual. Benfeitorias necessárias e úteis têm tratamento próprio na legislação civil, e a negociação costuma envolver desconto no aluguel ou prazo estendido.

Deixe expresso no contrato quem executa e quem paga cada tipo de obra, e o que acontece com as benfeitorias ao fim da locação.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

Além de eventuais honorários jurídicos e técnicos, há o custo da própria penalidade e o de corrigir a irregularidade. E, em caso de interdição, o custo de ficar fechado.

Comparado a isso, manter a regularidade em dia é quase sempre a alternativa mais barata — e muito menos estressante.

Fonte: Lei federal nº 6.437, de 20 de agosto de 1977

Abrir resposta completa

Depende do volume. Terceirizar elimina o investimento em equipamento e a estrutura do processamento, mas cria custo variável por volume e dependência de terceiro.

Em qualquer caso, a terceirização exige contrato formal e empresa com licença sanitária vigente, com o CEVS no contrato — e a responsabilidade legal permanece com o contratante.

Fonte: RDC Anvisa nº 15, de 15 de março de 2012 · Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

Varia com a área, a complexidade da atividade e o estado do imóvel. Um consultório simples exige menos do que um centro cirúrgico ambulatorial ou um laboratório.

O que compõe o trabalho: levantamento do imóvel, estudo de viabilidade, plantas, layout, fluxogramas, os dois memoriais, ART ou RRT, protocolo e acompanhamento das exigências até o deferimento.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 · Portaria CVS nº 10, de 5 de agosto de 2017

Abrir resposta completa

Não há linha específica de regularização sanitária. O que existe são linhas gerais de crédito para investimento e capital de giro, oferecidas por instituições financeiras a micro e pequenas empresas.

A conversa com o banco fica mais fácil com o projeto e o orçamento em mãos — porque aí o investimento tem escopo definido.

Fonte: Lei Complementar federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006

Abrir resposta completa

É obrigação, e portanto custo previsto. A RDC 222/2018 trata da capacitação dos trabalhadores envolvidos no gerenciamento de resíduos; a RDC 15/2012, da capacitação no processamento de produtos; e a NR 32 impõe informação e treinamento sobre riscos em serviços de saúde.

Registre os treinamentos: sem registro, eles não contam em inspeção.

Fonte: RDC Anvisa nº 222, de 28 de março de 2018 · RDC Anvisa nº 15, de 15 de março de 2012 · Norma Regulamentadora nº 32 (NR 32)

Abrir resposta completa

Equipamentos e a estrutura de qualidade: controle interno, participação em avaliação externa, calibrações, manutenções e a organização das três fases do processo.

Some-se a estrutura física, que precisa separar áreas e garantir fluxos — e a exigência de LTA nas modalidades de risco alto.

Fonte: RDC Anvisa nº 786, de 5 de maio de 2023 · Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

Compare escopos, não apenas preços. Verifique: a proposta inclui visita técnica e levantamento? inclui a elaboração do projeto e os memoriais, com ART ou RRT? inclui protocolo e resposta a exigências até o deferimento? inclui a articulação com prefeitura e Corpo de Bombeiros? o que acontece se houver exigência?

Proposta barata que entrega só "orientação" costuma sair mais cara no fim.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

O recolhimento em atraso segue as regras da legislação tributária aplicável, que costuma prever acréscimos.

O problema maior, porém, não é o acréscimo: é que o comprovante é documento do processo, e sem ele o pedido não é analisado.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024

Abrir resposta completa

Depende do porte e da rotatividade. O que costuma justificar é o controle de vencimentos, as atualizações mensais do CNES, as alterações de responsabilidade técnica e a preparação para inspeções.

Clínicas pequenas conseguem manter isso internamente com uma planilha e disciplina. O que não funciona é não ter ninguém responsável.

Fonte: Portaria CVS nº 1, de 5 de janeiro de 2024 · Portaria de Consolidação nº 1, de 28 de setembro de 2017

Abrir resposta completa

Ainda com dúvida sobre custos e prazos?

Fale com quem resolve isso todos os dias. A primeira análise do seu caso é por nossa conta.

Peça um orçamento

Conte o que você precisa. Respondemos com o que é exigido no seu caso, o prazo realista e o valor — sem compromisso.

Quanto mais detalhe, mais preciso é o nosso retorno. Se já tiver a planta do imóvel, avise — adianta muito.

Seus dados são usados apenas para responder a este contato. Veja a política de privacidade.